ONU chega a acordo sobre criação de zona de exclusão aérea na Líbia
Texto deve ser votado nesta quinta, segundo diplomatas.
Tropas do ditador Kadhafi aumentam pressão sobre último reduto rebelde.
As 15 nações que formam o Conselho fecharam o projeto de resolução durante conversas que ainda podem ser retomadas antes da votação, completaram as fontes diplomáticas.
A diplomata americana nas Nações Unidas, Susan Rice, estimou que o Conselho de Segurança precisa adotar medidas que vão além de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia.
"Precisamos considerar medidas que, talvez, vão além de uma zona de exclusão aérea", disse Rice à imprensa no segundo dia de discussões no Conselho de Segurança sobre a crise líbia.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, exigiu hoje o fim da violência na Líbia e advertiu que a matança de civis desarmados constitui um "crime contra a humanidade".
As tropas leais ao líder Muammar Khadafi avançam sobre o território conquistado pela oposição e preparam a ofensiva para recuperar a cidade de Benghazi, bastião dos rebeldes e foco da revolta.
As forças de Khadafi já conquistaram Ajdabiya e aumentam a pressão sobre Benghazi, foco da rebelião.
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